Os bebés do Hospital de São João, no Porto, ou de São Teotónio, em Viseu, usam pulseiras electrónicas desde 2006 e, entretanto, outros hospitais e maternidades adoptaram a medida que passará a ser obrigatória a partir do próximo ano.
O processo é simples e pretende uniformizar os procedimentos de segurança ao nível do Serviço Nacional de Saúde. A referida pulseira, que é pequena, leve, sem fios, será colocada no tornozelo do bebé ainda na sala de partos e permite detectar de forma automática durante todos os movimentos do bebé. Caso o recém-nascido se aproxime de uma zona não autorizada ou a pulseira seja danificada, o sistema produz um alarme e bloqueia de forma automática a porta de saída.
Outra medida prevista pelo Ministério da Saúde é a instalação de sistemas de videovigilância com monitorização contínua e gravação de imagem em alta definição nos acessos dos hospitais.