De acordo com o comunicado do Ministério da Administração Interna (MAI), este protocolo possibilita que cerca de mil desempregados beneficiários de subsídio de desemprego, de subsídio social de desemprego ou do rendimento de inserção social e inscritos nos Centros de Emprego possam contribuir para a protecção das florestas nacionais, participando "em acções de prevenção dos incêndios florestais, reflorestação e vigilância das florestas".
Nesse sentido, as actividades devem incluir uma formação técnica, com duração de dois dias, onde serão explicadas questões relacionadas com utilização do equipamento, protecção individual e segurança no trabalho, bem como temas relacionados com a protecção da floresta, entre outros aspectos. Estas formações estão a cargo da Autoridade Florestal Nacional, da Autoridade Nacional de Protecção Civil e da Autoridade para as Condições do Trabalho.