A escolha do estabelecimento de ensino e a época do ano em que se viaja são muitas vezes condicionadas pelos programas ou bolsas de estudo a que o jovem se candidata fora do país.
No entanto, o estudante pode também por sua conta e risco decidir partir à aventura sem beneficiar de qualquer protocolo. Estes free-movers têm maior liberdade na escolha do curso, da instituição de ensino e do período em ficam no país de acolhimento.
Ao nível do reconhecimento das competências, da procura de alojamento ou do pedido de documentos, contar com a ajuda da instituição que doa a bolsa ou promove o programa de intercâmbio pode ser uma vantagem. Porém, o jovem que não beneficie deste tipo de ajuda pode solicitar o apoio de outros organismos públicos.