Qualquer que seja o destino de férias, não é conveniente transportar grandes quantias em dinheiro. O mais recomendável é utilizar o cartão de crédito ou o de débito, embora os bancos estrangeiros pratiquem taxas elevadas nos movimentos. Outra escolha segura é utilizar traveler cheques (cheques de viagem), que podem ser adquiridos em qualquer banco português.
Câmbios
Os viajantes que precisem de trocar dinheiro podem fazê-lo em diversos lugares. Os aeroportos e as instituições bancárias são, normalmente, os locais mais seguros para efectuar os câmbios.
O Banco de Portugal disponibiliza online as taxas de câmbios de referência diária.
Pagamentos Transnacionais
Os levantamentos em caixas Multibanco no estrangeiro, os pagamentos com cartão ou as transferências bancárias em euros têm custos idênticos aos feitos em Portugal. O mesmo acontece nas transacções em euros, mesmo se efectuadas a partir de um país que não seja membro da União Europeia.
Compras
Os viajantes podem trazer para Portugal mercadorias isentas de IVA, desde que sejam consideradas para consumo ou uso pessoal e estejam dentro das normas estabelecidas.
Existem limites de quantidade definidos para a entrada no país de produtos como o tabaco, bebidas alcoólicas, perfumes e águas de colónias. Os passageiros que ultrapassem esses limites estão sujeitos ao pagamento de impostos.
No que diz respeito aos outros produtos que não estão submetidos a limites de quantidades, a União Europeia determinou a tabela dos € 175 como meta que não pode ser ultrapassada para efeitos de tributação de IVA.
A Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo presta mais esclarecimentos sobre esta matéria.
Defesa do Consumidor
Através do Portal do Consumidor é possível fazer reclamações e pedir esclarecimentos sobre produtos comprados no estrangeiro. Para o mesmo fim, existe o Centro Europeu do Consumidor que dá informações práticas sobre os direitos do consumidor, bem como aconselhamento e apoio na apresentação de queixas ou resolução de litígios.