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Estudar no Estrangeiro

Última Actualização 16-03-2012
Obter Financiamento

Fazer um curso no estrangeiro, mesmo que apenas parcialmente, requer um investimento muito grande por parte do estudante. Para minorar o esforço, o jovem pode candidatar-se a bolsas ou programas de estudo que o ajudam no pagamento das mais diversas despesas, como as propinas ou o alojamento.

Para encontrar um financiamento à medida, o discente tem de começar a procurar com antecedência. O ideal é iniciar o processo de candidaturas um ano antes.

Os critérios de admissão a este tipo de ajudas variam consoante a entidade que promove a acção. Muitas tentam atribuir o financiamento aos melhores alunos, outras preferem beneficiar os estudantes mais carenciados.

Bolsas de Estudo do Estado

Alguns estudantes portugueses possuem bolsas de estudo atribuídas pelo Estado, sendo estas atribuídas de acordo com a situação económica do seu agregado ou segundo o mérito dos próprios alunos. O jovem que já possua uma bolsa deste género pode mantê-la desde que continue inscrito na escola que lhe concede o montante e que o curso que vá fazer no estrangeiro seja reconhecido por essa mesma instituição. Já o cidadão que não recebe este género de ajuda não pode pedi-la para efectuar uma formação completa no estrangeiro.

Há ainda outros organismos públicos e entidades municipais que concedem bolsas de estudo a grupos de estudantes muito específicos. Habitualmente, as Unidades de Inserção na Vida Activa e os psicólogos ou orientadores dos estabelecimentos estão habilitados para prestar informações sobre estes programas. De qualquer forma, consulte os sites das seguintes entidades:

Bolsas de Instituições Privadas

Há um número considerável de instituições privadas que concedem bolsas a estudantes. Muitas são fundações que tentam valorizar o trabalho dos alunos mais notáveis na sua área de intervenção.

As bibliotecas, as Unidades de Inserção na Vida Activa, os gabinetes de relações externas, as publicações dirigidas a estudantes, bem como as associações de estudantes são boas fontes de pesquisa nesta área. Grande parte das instituições recorre a estes meios para divulgar as suas iniciativas. Veja aqui algumas hipóteses:

Acordos Culturais

Na sequência de acordos culturais estabelecidos com o Governo português, há países que atribuem bolsas de estudo a cidadãos portugueses através das suas embaixadas, postos consulares ou institutos. Alguns exemplos são a Alemanha, a Áustria, a Dinamarca, o Japão ou a República Checa.

O financiamento que resulta desde tipo de protocolos varia de Estado para Estado, podendo consistir no pagamento das viagens entre os dois países, na atribuição de um montante periódico ou na promoção de intercâmbios, ficando o jovem português obrigado a receber um estudante do país de acolhimento na sua casa.

Programas Comunitários

Sendo a mobilidade uma prioridade na Europa, a União Europeia tem em vigor diversos programas que oferecem apoio financeiro a estudantes que queiram estudar num outro país do espaço comunitário.

Para beneficiar destes programas, deve contactar as Unidades de Inserção na Vida Activa ou os departamentos de relações externas da sua escola ou universidade.

Conheça aqui os principais programas existentes:

No mesmo sentido, é possível contactar a Agência Nacional Sócrates e Leonardo da Vinci.

Empréstimos

Se a oferta de programas e bolsas de estudo que apoiam os jovens portugueses a estudar no estrangeiro é cada vez maior, a procura de financiamento por parte dos estudantes também tem crescido em proporção.

Na impossibilidade de recorrer a outras ajudas, o estudante pode pedir um empréstimo a uma entidade bancária. O mais recomendado é informar-se se o seu estabelecimento de ensino dispõe de alguma linha de financiamento numa instituição de crédito. A maioria das universidades públicas e privadas, por exemplo, tem protocolos com bancos para suportar os estudos dos seus alunos. Sendo o caso, deve pedir uma simulação da prestação mensal e da taxa anual de encargos efectiva global, que reflecte o custo real do crédito, e comparar com propostas de outros bancos.

Entidade Empregadora

Se já trabalha, o estudante pode negociar com a entidade patronal a comparticipação de uma formação no estrangeiro. As empresas dispõem de verbas para o efeito, até porque são obrigadas a proporcionar formação, todos os anos, a pelo menos 10% dos funcionários do quadro. Em caso de dúvida, ligue para a linha azul do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social (21 840 10 12) ou consulte os seguintes documentos:

 

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